Thursday, July 31, 2008
Tuesday, July 29, 2008
Matrix
-
Sunday, July 27, 2008
Sunday, July 20, 2008
Ligue ligue
Amei a peça da cerveja Coors, com o sempre simpático ET pedindo para aos bêbados que plantão que telefonem para casa ao invés de dirigirem. A clássica frase: Phone Home funciona bem para quem está nasceu antes dos anos 80 (e depois dele, oras)! Sigam o exemplo do ET! E liguem! Além da pregressa responsabilidade de nunca dirigir quando se bebeu, agora é lei!
Andrea R.
Friday, July 18, 2008
Ê GOIÁS…
Goiás tira seu nome dos extintos índios Goyazes, que eram considerados bonitos, de pele clara, acolhedores e de trato ameno. E por isso mesmo tomaram na tarraqueta. Os Goyazes dominavam uma grande região às margens do Rio Araguaia. Viviam tranqüilos, pescando e dormindo. Até que lá pelo século XVII, atrás de ouro, pedras preciosas e escravos, chegaram os bandeirantes paulistas. Em 1647, o sanguinário Manuel Correia encontrou ouro em quantidade considerável na terra dos Arais. Regressou a São Paulo levando uma penca de índios, que eram torturados das formas mais absurdas.
Sabendo do ouro e das índias bonitonas, outros bandeirantes sanguinolentos despencaram para cá: Francisco Lopes Benevides, Francisco Ribeiro de Morais, Jerônimo Bueno, João Martins Heredia, Antônio Ribeiro Roxo, entre outros elementos de pouca cultura e moral.
Tentaram alcançar o cerradão. Mas cobra, onça, índio bom de flecha, mosquito, enfermidades e o calor insuportável desviaram essa corja rumo ao Pará, Pernambuco e Bahia. Outros foram para o Sul. E alguns, sem querer, acabaram voltando para São Paulo. E os Goyazes haviam tirado o seu da reta por mais um tempo.
Até que em 1682, o malcheiroso Bartolomeu Bueno da Silva resolveu seguir o rastro deixado por Manoel Correia, trazendo seu filho infelético de mesmo nome. Bartolomeu era sobrinho do nefando Amador Bueno, irmão de Jerônimo Bueno, o qual a indiada encheu de flechas, à beira do rio Taquari.
O safado alcançou o Rio Vermelho, onde travou contato com os Goyazes, que lamentariam para sempre aquele encontro. Aquela estória de colocar fogo em um prato cheio de aguardente para forçar a indiada abrir o bico e falar onde estava o ouro é atribuída, segundo o historiador Pedro Taques, ao bandeirante Pires Ribeiro, sobrinho de Fernão Dias Paes Leme. Afirma ele ainda que o apelido Anhanguera se deva a outra razão. Imaginem: os Goyazes, lá no meio do mato, pescando e nadando com suas índias formosas. Aparece um homem fedorento, cabeludíssimo, coberto de piolhos e com um dos olhos furados. Não deu outra, acertaram-lhe a alcunha.
Primeira coisa que o biltre fez foi jogar os Arais contra os Goyazes, aprisionar um monte de índios e voltar para São Paulo.
1722. Lembram do Anhanguerinha? Pois é, o sifilítico junto com João Leite da Silva Ortiz, comandando cem homens, seguindo o caminho do pai, descobriram os rios: dos Pilões, Corumbá, das Almas, Rico e da Perdição. Uma centena de homens rudes e violentos no meio do mato não poderia acabar bem. Brigas, ataques dos Caiapós e enfermidades deixaram um monte de paulistas no meio do caminho. Os que voltaram levaram ouro que não dava para cobrir os gastos da expedição. Ainda assim, três anos depois, o piolhento Anhanguera Júnior chegou ao Rio Vermelho. Dois índios velhos o reconheceram e o caldo entornou. Controlada a situação com os nativos que queriam vingança, fez um trato com os índios, que liberaram seus homens a fornicarem com as índias. Resultado? Além dos filhos feios, fundaram os arraiais de Santana, Barra, Ferreira e Ouro Fino. Voltando a São Paulo, mostrou, ao então Governador Antônio da Silva Caldeira Pimentel, tanto ouro que o safardana financiou uma nova expedição.
A Ordem Régia de 14 de março de 1731 outorgou ao Anhanguerinha, filho de meretriz portuguesa, a patente de Capitão-mor e governador das terras por ele descobertas. Começou então a chegar todos os tipos de patifes, ladrões e gente de quinta categoria, atrás de ouro e das índias. Fundaram as povoações de Meia Ponte, Santa Cruz e Orixá. Sendo Goiás longe dos grandes centros, tinham ouro mas não tinham o conforto das cidades. Viviam miseravelmente, cobriam-se com trapos. Entregaram-se ao vício da bebida, ao roubo, mataram os Goyazes dizimando uma boa parte de seus compatriotas.
Em 11 de fevereiro de 1736, uma Ordem Régia tornou Goiás comarca dependente de São Paulo. Nomeou Agostinho Pacheco Teles primeiro Ouvidor-Geral. Pouco depois, Antônio Luís de Távora, então governador paulista, elevou o povoado à condição de vila passando a se chamar Vila Boa. Mas o pau continuava quebrando e os poucos Goyazes que restaram comeram o pão que o diabo amassou na mão dos novos mandatários. Em 1739, Luis de Mascarenhas instalou o Senado da Câmara, construiu uma igreja, uma cadeia e uma forca que era “um monumento de pronta justiça que intentava fazer nos malfeitores”. Os mais chegados à confusão, arrumaram as trouxas e subiram para o Norte.
Um alvará de oito de novembro de 1744 tornou Goiás independente. D. Marcos de Noronha, o tal de Conde dos Arcos, foi o primeiro governador e Capitão-General da nova capitania, em 1749. Seguiram-se a ele vários governantes que mantiveram a política de extermínio aos índios. João Manuel de Melo, José de Almeida Vasconcelos e Tristão da Cunha Menezes. Esse último expulsou os Caiapós das terras onde viviam desde antes do Descobrimento. Socaram o cacete nos Xavantes, que fugiram para selva e lá ficaram isolados por muito tempo.
Durante o século XVIII, acharam mais ouro e diamantes nas lavras de Cocal, Tesouras e Fundão. A casa de fundição, que funcionava em São Félix, mudou-se para Cavalcanti, em 1798. Dezesseis anos depois, uma nova Carta Régia transformou a então Vila Boa de Goiás em cidade. Luís da Cunha Menezes, urbanista, alinhou as ruas, construiu pontes, criou as milícias, “pacificou” os Caiapós e começou a dar os contornos atuais de nosso Estado.
Em nove de novembro de 1942, uma estátua de corpo inteiro foi erguida no cruzamento das avenidas Goiás e Anhanguera, criação do artista plástico Armando Zago, com a inacreditável inscrição “à nobre estirpe dos Bandeirantes”. Essa homenagem a esse ASSASSINO permanece lá, envergonhando um Estado inteiro. Existem tentativas de substituir o abominável genocida por uma estátua de Atílio Correa Lima, esse sim merecedor de justa homenagem. A praça do Bandeirante, na verdade, se chama Praça Atílio Correa Lima.
Oscar F. é artista plástico, mas já foi professor de história, geografia e inglês.
E meu marido!
Wednesday, July 16, 2008
MARIA BONITA
Esses dias fui lá ver as novidades e me deparei com a coleção da Maria Bonitinha, nova marca do Grupo. Pensa numa mãe que quase deu um treco! Roupinhas lindas. Bom, lindas e MUITO CARAS. Mas e daí, né!? A gente trabalha é pra isso mesmo. Pra gastar com a beleza… A-do-ro!!!!!
Friday, July 11, 2008
GOIÂNIA, TERRA DE NINGUÉM
Olha essa situação UNREAL que aconteceu comigo, dias atrás:
Ontem, num momento de pressa, passei em um dos famosos pit dogs da Praça Tamandaré, acompanhada da minha filha de quase três anos, Maria Bonita, a fim de comprar um sanduíche para mim e para o Oscar.
Descendo a República, parei em frente aos três pit dogs que ficam na parte superior da praça Tamandaré (o primeiro deles quase em frente à Pizza Z). No terceiro deles, BAMBUZ, veio um atendente, moreno, vestido todo de branco, com um sotaque meio estranho; nos atender.
Ele me estendeu o cardápio.
Pedi o meu, para depois pedir o do Oscar, meu esposo.
Comecei a falar que meu esposo era vegetariano, e que queria um sanduíche com tudo menos com (qualquer tipo de) carne.
Quando ia aprofundar no assunto, ele rapidamente me cortou dizendo que meu marido era BOIOLA, que era para eu procurar outro local, que ali eles não aceitavam FRESCURAGENS e nem vendiam sanduíche para VIADO. Virou as costas e me deixou falando sozinha.
Parece mentira, né! Mas foi exatamente o que aconteceu.
GENTE, QUE LUGAR BIZARRO É ESSE???
E eu? O que EU posso fazer?
Mandar email pra uma porrada de amigos, pra todos os veículos de comunicação e postar aqui.
E você? O que você faz para mudar isso?

